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sábado, 20 de agosto de 2016

Caetano Veloso prestes a esgotar Coliseu confirma segunda data

Autor: LiveCom

O concerto que marca o regresso de Caetano Veloso a Portugal, no dia 7 de Setembro, está praticamente esgotado. Encontram-se já à venda, nos locais habituais, os bilhetes para o segundo espetáculo, a 6 de Setembro, no Coliseu dos Recreios. Trinta e cinco anos após a sua estreia na mítica sala lisboeta, a celebração será feita em duas noites, devido à forte procura de bilhetes , como já é habitual nos concertos do músico em Portugal.

Para a 1ª parte deste espetáculo único de voz e violão, Caetano Veloso convida para apresentação ao público português - em estreia - uma das mais destacadas artistas da nova MPB, Teresa Cristina, que interpreta o seu álbum “Teresa Canta Cartola, Um Poeta de Mangueira”, uma homenagem a um dos compositores mais marcantes da história do samba: Angenor de Oliveira, conhecido como Cartola. O CD tem lançamento marcado para Portugal no próximo dia 2 de Setembro.
Conhecido por desde sempre correr riscos na sua carreira, nunca enveredando por caminhos fáceis, Caetano Veloso mantém-se atento aos talentos do seu país (e não só), apresentando neste concerto uma artista à qual não poupa elogios: “O canto de Teresa adequa-se à guitarra de Carlinho Sete Cordas fazendo uma combinação mais do que perfeita. É mágica. (…) A forma tranquila como a cada acorde sugere a entrada da voz da Teresa, torna a alma do espectador mais refinada. E Teresa desenvolve-se a cada melodia, a cada palavra, a cada segundo.”
Este espetáculo integra uma digressão que passará apenas por Paris (2 e 4 de Setembro), Seul (3 de Outubro) Osaka e Tóquio (5 e 9 de Outubro), Nova Iorque (12 Outubro) e Lisboa, reforçando a importância que a capital portuguesa tem na vida e carreira do artista baiano.

sobre o concerto


  • Abertura de Portas: 20:30

  • Início do Espetáculo: 21h30

  • BILHETES

    • Cadeiras de Orquestra -85,00€

    • 1ª Plateia - 60,00€

    • 2ª Plateia - 50,00€

    • Balcão Central - 45,00€

    • Balcão Lateral - 27,50€

    • Camarote 1ª Central (6 pessoas) - 300,00€

    • Camarote 1ª Lateral (5 pessoas) - 200,00€

    • Camarote 2ª Central (6 pessoas) - 270,00€

    • Camarote 2ª Lateral (5 pessoas) - 150,00€

    • Galeria – 20,00€

  • locais de venda: Coliseu dos Recreios, lojas Worten, Fnac, CTT, Agência ABEP, El Corte Inglés, ServEasy e Pousadas da Juventude

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

GNR lançam biografia oficial

autor: Sara Espïrito Santo

20 de setembro | 21:30, Casa da Música | Sala Suggia



Em 2016, os GNR celebram 35 anos de carreira e assinalam este marco com o lançamento, no dia 20 de setembro, de uma biografia oficial (edição Porto Editora) sobre o seu percurso e o longo caminho de uma carreira de referência em Portugal. Da autoria de Hugo Torres (jornalista do Público), o livro mostra tudo sobre a história daquela que é uma das mais originais, relevantes e irreverentes bandas portuguesas das últimas quatro décadas.
Para apresentar a obra, e também no dia 20 de setembro, Tóli César Machado, Rui Reininho e Jorge Romão sobem, pela primeira vez, ao palco da Sala Suggia, na Casa da Música, referência incontornável da cultura da cidade na qual a banda nasceu.
O evento de lançamento da biografia dos GNR, tal como a própria banda, será totalmente inovador e marcante. Nesta apresentação, o livro serve de base a uma entrevista – realizada ao vivo com os três elementos dos GNR e conduzida pelo apresentador Pedro Fernandes – que percorre os momentos mais relevantes no percurso do Grupo Novo Rock.
Uma noite irrepetível, de celebração, confissões, afetos e partilhas deve ser acompanhada de música. Assim, criando o ritmo certo para a conversa, a banda do Porto apresenta, ao vivo, quatro temas – um por cada década de história – e ainda uma surpresa de aniversário.
O evento de lançamento da biografia dos GNR é aberto ao público. Os bilhetes custam 10€ e já estão disponíveis na casa da Música

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Em agosto todos os caminhos vão dar a Beja, a cidade dos Contos

Autor: Câmara Municipal de Beja; Categoria: Notícias; Tags: Beja, Música, Literatura, Festivais, Entretenimento, Portugal, Data: 18-08-2016 às 19:33

De 24 a 28 de agosto, as Palavras Andarilhas regressam ao Jardim Público de Beja


Este ano temos mais razões para BEJA ser a cidade dos contos.

Na sua décima quarta edição, as Palavras Andarilhas regressam ao Jardim Público de Beja entre os dias 24 e 28 de agosto e voltam a afirmar-se como aquele lugar onde UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL – não fossem elas filhas da Utopia.
Desde 1999 que elas se assumem como um encontro de reflexão em torno da promoção da leitura e da narração oral e reúnem em Beja educadores, mediadores de leitura, escritores e ilustradores, narradores orais e artistas, entusiastas e curiosos para quem as artes da palavra, nas sua versão escrita e oral, são razão para crescer e celebrar.
Promovidas pelo Município de Beja, as Palavras Andarilhas dirigem-se a mediadores de leitura nacionais e estrangeiros. Ganharam a dimensão de uma FESTA em torno da palavra contada, lida, com um carácter generalista, dirigindo-se cada vez mais a uma maior diversidade de públicos que buscam em Beja uma experiência cultural centrada na palavra, na memória e no património.
Numa edição alargada, o programa deste ano tem como temas de fundo o maravilhoso na tradição oral, a mediação da leitura na infância e na juventude, sublinhando alguns géneros menos discutidos e que parecem constituir-se como boas ferramentas para os mediadores: a poesia e a microficção. As conferências e as oficinas possibilitarão algumas horas de trabalho e partilha com escritores e especialistas de muitas artes da palavra: figuras de referência como Maria Teresa Andruetto, Evélio Cabrejo Parra, Afonso Cruz, João Pedro Mésseder, Rodorin, António Fontinha, Corália Rodriguez – entre mais de 50 convidados.
A instalação de Mafalda Milhões dá o mote: UMA CASA ONDE CABE TODA A GENTE! - porque as Bibliotecas, os Teatros, as Escolas e os Jardins são casas onde cabe toda a gente!

Festival de contos do MUNDO – Quando as palavras chegam de toda a parte !



A cidade recebe a primeira edição do Festival de Contos do Mundo, aposta do Município que se pretende anual, desenvolvido em parceria com a Ouvir e Contar – Associação de Contadores de Histórias, e que oferece uma programação aberta a todos os que dela quiserem desfrutar. Um belíssimo remate para as férias! A palavra na sua expressão multicultural estará presente em dezenas de sessões de contos, exposições e espetáculos.
O I Festival de Contos do Mundo terá o coração no Jardim Público e no Centro Histórico, estendendo-se pelas freguesias rurais com os Contos d’Ir Ò Fresco e desdobrando-se ainda em praças, recantos, lares e centros de dia. O Festival traz, pela boca dos contadores do mundo, palavras que nos falam dos outros lugares e outros sonhos, tantos quantos os narradores que contam nesta edição.
Do FESTIVAL destacam-se:
  • os fins de tarde no Jardim Público, dirigidos a públicos de todas as idades

  • as noites frescas e cúmplices passadas em torno de narradores provenientes de Portugal, Espanha, Argentina, Cuba, Irlanda e Japão

  • as experiências artísticas que cruzam muitas linguagens e olhares como é o caso de Pasta e Basta – Um mambo italiano, espetáculo com textos de Afonso Cruz que estreia em Beja, no domingo, uma versão para os mais novos, numa sessão especial para crianças a partir dos 3 anos

  • e o Festival termina com um concerto a duas vozes: Celina da Piedade e Jorge Serafim - um encerramento que se anuncia único e cúmplice!


Datas: de 24 a 28 de agosto.
Locais: Jardim Público, Teatro Pax Julia e outros espaços da cidade.
Organização: Câmara Municipal de Beja/Biblioteca José Saramago. Comente esta notícia no blog

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Portugal representado na feira profissional e festival de música alemão Reeperbahn

Autor: Sara Espírito Santo; Categoria: Notícias; Tags: Música; Portugal, Data: 17-08-2016 às 22:17

A plataforma WHY PORTUGAL irá promover o encontro de 4 artistas portugueses com o mercado internacional, entre 21 a 24 de Setembro deste ano.
Através da plataforma virtual de agregação e distribuição de projetos musicais portugueses WHY PORTUGAL, quatro artistas nacionais vão apresentar-se em formato showcase numa das maiores feiras e festivais profissionais de música na Europa: o Reeperbahn Festival em Hamburgo.
A missão WHY Portugal no Reeperbahn Festival é simples e prevê uma mostra de 4 artistas na feira profissional e festival de música, bem como um encontro para networking aberto a todas as entidades inscritas na plataforma WHY Portugal, por outras palavras, a grande missão desta comitiva é mostrar o que melhor se faz na indústria musical portuguesa aos investidores estrangeiros que estarão presentes em setembro na cidade alemã de Hamburgo. Foram mais de uma dezena de projetos a concorrer a partir da plataforma WHY Portugal, que foi utilizada pela equipa de programação do Reeperbahn como plataforma de EPKs sendo que os 4 seleccionados para representar Portugal no Festival foram First Breath After Coma, Neev, Surma e We Bless This Mess.
Estes quatro projetos apresentam-se ao vivo no dia 22 de setembro no Pooca Bar num evento promovido pela plataforma WHY Portugal, integrado na programação do próprio Festival.
Esta missão aponta bem o futuro da plataforma WHY Portugal no contexto pré-Eurosonic Country Focus em 2017.

Sobre os projetos selecionados:

First Breath After Coma

Banda de Leiria formada em 2013, ano em que gravaram um disco de estreia conceptual que lançou temas como “Escape”, “Shoes For Men With No Feet” ou “Apnea” que conseguiram chegar a rádios internacionais e os levar a uma extensa digressão com paragem em festivais como Paredes de Coura, Bons Sons ou o espanhol Monkey Week. First Breath After Coma passam agora em Hamburgo pelos palcos do Reeperbahn.


NEEV


NEEV nasceu há 21 anos como quem fosse chamado a este mundo pela música. Aos 8 anos pegou numa guitarra para descobrir novos sons e harmonias. Foi aqui que atingiu a liberdade do seu processo criativo. A sua música resulta numa experiência autodidata na guitarra, baixo, piano, bateria, ukelele,mandulin ou lap steel.

Surma


Débora Umbelino tem 21 anos e chega de Leiria, mas o que nos traz vem de locais bem mais exóticos. SURMA é o seu projecto one-woman-band, onde domina teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para post-rock, da electrónica para o noise e nos levam para paragens mais ou menos incertas, com paisagens desconhecidas e muito prazer na viagem.

We Bless This Mess


We Bless This Mess é um projeto a solo de Nelson Graf Reis. Conhecido por muitos como tatuador e membro da banda Blackiackers, Nelson move-se através das suas paixões e este projeto musical demonstra essa sua maneira de viver. Estreou-se a solo como um Ep intitulado “Love and Thrive”, completamente gravado em Brasília, numa viagem ao seu país de nascimento.

sábado, 21 de maio de 2016

Crónica: quanto pior, melhor!

por Carlos Bonaparte

Eu ainda sou do tempo em que havia vários blogs de música portuguesa onde se podia fazer donwload das músicas e dos discos. Ou como se diz na gíria, sou do tempo da pirataria lusa.
Na verdade o que muitos blogs proporcionavam era o livre acesso à música. Entretanto, artistas e editoras opuseram-se firmemente a esta livre distribuição, tanto cá como lá fora, a tal ponto que encenaram uma mirabulástica detenção do fundador do Megaupload, que hoje presta um serviço mais ou menos ao que já detinha antes, mas adaptado aos tempos modernos; entretanto o Bandcamp saiu à frente do Megabox, enquanto o fundador do Megaupload estava detido. Eu continuo a achar que o problema não foi o Megaupload, mas o trabalho independente que aí vinha com os artistas.
Entretanto em Portugal fez-se uma caça ao livre acesso à música. Já sem Sol Música Portugal, Made In Portugal, Os Reis da Música Nacional e sem grande parte das rádios locais que havia nos anos 2000, ficamos agora com um brilhante livre acesso à música portuguesa. A estrangeira continua a fazer-se ouvir, a portuguesa, nem por isso. E logo na altura em que começaram a surgir grupos como os UltraLeve, Deolinda, e artistas como Ana Moura. Resta-nos os eternos: Rui Veloso, Fausto, Jorge Palma, Sérgio Godinho, que infelizmente vão morrer um dia, como humanos que são, mas são, ainda hoje, referências principais da música portuguesa. Poderia perguntar porquê, mas seria pouco inteligente da minha parte já que a resposta é simples: propositadamente, asfixiaram-se músicas, artistas, êxitos, a troco de cêntimos para uns, euros para outros. Até a Sociedade Independente de Comunicação (SIC) decidiu terminar com o seu programa da tarde; menos música portuguesa na televisão, embora os programas de domingo à tarde tenham ficado conhecidos nacionalmente por trazerem sempre os mesmos artistas de lusokizomba, e as mesmas artistas sem roupa, ou quase.
Depois aparecem, de quando em quando, alguns blogs de música portuguesa, que logo são fechados a troco desses euros (não para os donos dos respetivos que são intimidados com ameaças legais), e ficamos com a clara sensação de que a música portuguesa é riquíssima, nos géneros, na linguagem, nos nomes que aparecem e desaparecem porque ao fim de 1 ou 2 discos descobrem que não dá; porque muitos, mesmo que apareçam no "Viva à Música" da Antena 1, não conseguem sobreviver porque, o público que ouve este nobre programa de Armando Carvalheda ou mesmo a Antena 1 em geral, é bastante reduzido comparando com a população portuguesa.
Eu sei: temos Marisa Lis que às tantas já nem sabemos bem se ainda é dos Amor Electro ou se canta a solo, temos a Gisela João, de quem ainda vamos sabendo pelas notícias que saiu um disco, e mesmo assim ficamos na dúvida se saiu, ou se vai sair, e a Mariza, que sabemos que é viva porque as notícias não deram conta da sua morte, mas que entretanto decidiu-se que havia de ficar, progressivamente, esquecida. O fado também já não é o que era porque há necessidade de o exportar, porque cá não vende. Nem a rádio Amália conseguiu dignificar o fado a nível nacional, ficou-se pelo êxito em Lisboa, apesar da rádio estar online.
Portugal já nem vai à Eurovisão, Teresa Salgueiro e os Madredeus continuam a gravar discos e a atuar, só não sabemos é quando, nem onde, nem como. A música lijeira portuguesa deixou de ser conhecida, porque antes era chamada de pimba e hoje nem isso.

Resultados práticos: caíram as vendas, caíram as visualizações, e às vezes (já não é nem 3ª nem 4ª), fico a saber de nós, Portugal, por alguns sites estrangeiros que dão conta do lançamento recente de um disco que cá nem ouvi falar.
Infelizmente a luta continua: vamos destruir a música portuguesa até que não haja mais nenhum artista sem ser passível de ser exportado ou de gerar dinheiro, independentemente da qualidade dos intervenientes ou dos temas que elaboram. É triste que num país democrático se exerça uma interessante ditadura, que já não serve, como se alegava há alguns anos, os direitos de autor. Recentemente Rui Macena foi número 1, na lista de álbums mais vendidos em Portugal. Quando não se ouve Rui Macena nas rádios de um modo geral, quando não se ouve falar de Rui Macena na televisão em geral, é porque algo está tragicamente errado na música portuguesa e nas vendas de discos... coisas que a venda digital não resolve, por muito que eu ache que esse número 1 é perfeitamente merecido de um dos artistas que honra a criatividade por um lado, e a música instrumental por outro, tanto nacional como a nível global. Mas quando um artista que a mídia não exibe, que programas de segmento renomados (que nem sequer existem) não exibem, consegue ser número 1, é porque as vendas de um modo geral, caíram para valores, digo eu, há décadas não vistos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Música: Gisela João estreia-se no México esta sexta-feira

por Carlos Bonaparte

Será nesta sexta-feira que Gisela João, a fadista de Barcelos, irá marcar mais um ponto importante na sua carreira. Depois de atuar por várias capitais europeias como Copenhaga, Paris e Londres, Gisela João prepara-se agora para se estrear no méxico, e com 2 concertos.
Não será a 1ª vez que a barcelense viaja até às américas, já que não há muito tempo esteve na antiga capital brasileira, Rio de Janeiro, e na cidade que nunca dorme, New York... Mas esta chegada ao México é vista com especial interesse, pois os locais dos concertos não são em comunidades portuguesas, mas sim em locais históricos naquele país, com cerca de 110 milhões de habitantes. No dia 8 de Janeiro, Gisela João subirá ao palco do Auditório Silva Zavala, no Centro Cultural Olimpo, pelas 20:00. Já no dia 9, será a vez do palco da Plaza Grande, ou Plaza de la Independencia, num concerto que terá início às 21:00, hora central de México. O que virá a seguir? O novo álbum? Segundo fontes próximas à Antena Web, sabemos que o disco está para ser lançado neste ano de 2016, possivelmente na 1ª metade do ano, e que será um disco de originais. Gisela João é vista como a grande fadista do século XXI pela crítica especializada, mas, pela polivalência da artista, que inclusive recentemente viu o seu tema Coração D'ouro, ser genérico de uma telenovela, adivinha-se mais música do que o próprio fado.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Música: Concerto de 16 de Janeiro dos Orelha Negra no CCB com lotação esgotada

Fonte: Radar Dos Sons

Com mais de duas semanas de antecedência, o espetáculo que marca o regresso dos ORELHA NEGRA à estrada e que acontece em Lisboa, no grande auditório do CCB, a 16 de janeiro de 2016, encontra-se esgotado.
Neste concerto a banda estreia novos temas que integrarão o seu disco de 2016. O mesmo só voltará a acontecer exatamente assim no Porto, na sala 1 do Hard Club, no dia 30 de Janeiro de 2016, pelas 22h00.
Sam The Kid, Fred, Francisco Rebelo, João Gomes e DJCruzfader têm estado a trabalhar nos novos temas em estúdio e a preparar estes dois espetáculos sem revelar detalhes, uma vez que a essência deste conceito assenta no fator surpresa de um concerto inédito com temas que o público fica a conhecer, pela primeira vez, ao vivo.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Música: Novo Áálbum De Rodrigo Leão em Pré-venda

Fonte: Uguru

"O Retiro" é editado sob o selo da prestigiada editora Deutsche Grammophon


re.ti.ro [ʀəˈtiru] (nome masculino)
1. Lugar retirado; sítio ermo.
2. Descanso; paz espiritual.
3. Afastamento do mundo para recolhimento, oração e meditação; isolamento temporário.

É curioso que o novo disco de Rodrigo Leão se chame "O Retiro" e tenha sido criado num dos momentos mais ativos da sua carreira. Mas é um dos mistérios da criatividade artística: tentar explicar porquê hoje e não amanhã, porquê assim e não de outra maneira.

"O Retiro", a sua estreia no prestigiado selo erudito Deutsche Grammophon, é isso: um disco que, logo aos primeiros acordes, percebemos que só podia vir do talento melódico do fundador dos Madredeus e da Sétima Legião, mas que ao mesmo tempo o lança para outras áreas.

Um projeto orquestral com que Rodrigo Leão sonhava havia muito, com a Orquestra e o Coro Gulbenkian, "O Retiro" é algo de novo na sua carreira. É um disco que reconhecemos como seu, síntese de três décadas de experiência como compositor e instrumentista, mas que as reorganiza e reconfigura de formas novas, surpreendentes.

"O Retiro" alimenta-se das múltiplas aventuras que Rodrigo tem encetado nos últimos anos, desde as bandas-sonoras para filmes como "O Mordomo" e "A Gaiola Dourada" até à ilustração sonora para exposições multimedia, passando pelo álbum electrónico que lançou discretamente em 2014, "A Vida Secreta das Máquinas", e pelas colaborações com Ólafur Arnólds ou Ludovico Einaudi.

Ao longo dos seus 13 temas, "O Retiro" organiza-se como uma suite orquestral de ambientes e melodias que existem como um todo indissociável, unidas pela inconfundível inspiração melódica de Rodrigo. Reconhecemos imediatamente a sua "identidade" sonora, mas sentimos também que viaja aqui para novos destinos; apenas um dos 13 temas, "Melancolia", é cantado (por Selma Uamusse). Como uma banda-sonora para um filme que ainda está por fazer, como uma história que ainda está a ser escrita, descoberta enquanto é criada, "O Retiro" coloca Rodrigo na companhia rarefeita de músicos que não fazem distinção entre o popular e o erudito, entre o orquestral e o eletrónico, como Nico Mühly, Jóhann Jóhannsson ou Max Richter.

A presença da Orquestra e do Coro Gulbenkian conduzidos pelo maestro Rui Pinheiro, ampliando a depuração do quarteto de cordas e da suave eletrónica que são o "formato" tradicional dos registos de Rodrigo, criam um outro cenário para a sua música. Registados na acústica milagrosa do Grande Auditório da Gulbenkian pelas mãos mágicas do engenheiro Thomas Lehmann, os arranjos de Carlos Tony Gomes e Steve Bartek criam uma atmosfera de recato, reconfortante, quase protetora, que traz ao de cima a essência das composições que Rodrigo criou no intervalo das suas múltiplas viagens, entre o bulício de Lisboa e a tranquilidade de Avis.

"O Retiro" é um álbum de calma, contemplação, reflexão, um espaço oferecido a todos aqueles que neles quiserem encontrar descanso e paz do quotidiano. E é também o mais recente passo numa viagem criativa para lá de gavetas e categorias a que a aventura a solo de "Ave Mundi Luminar" deu início em 1993 e que tem levado Rodrigo a dar a volta ao mundo, a muitos mundos.
"O Retiro" é também o arranque de uma outra e nova viagem, cujas primeiras etapas decorrerão nos Coliseus - dias 18 de Novembro no Porto e 20 e 21 de Novembro em Lisboa - transformados pelo espaço de três noites no "retiro" ideal para a música de Rodrigo Leão. Sejam bem-vindos.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mayra Andrade no Misty Fest

Fonte: Uguru

bilhetes já à venda: Bilheteira Online,Ticketline, locais dos espetáculos, Lojas FNAC e Worten, locais habituais

Mayra Andrade tem uma relação especial com o público em Portugal e essa relação sente-se nas colaborações que tem registado com artistas como Pedro Moutinho ou, mais recentemente, com António Zambujo com quem gravou um dueto de homenagem a Amália Rodrigues que a Universal em França elegeu para apresentar como single. Mas o carácter privilegiado da relação que mantém com o nosso país adivinha-se sobretudo nos aplausos que a aguardam sempre que por cá sobe a um palco, ocasiões sempre raras dada a amplitude da sua carreira internacional. Os concertos que Mayra Andrade se prepara para fazer no âmbito do Misty Fest, festival sempre dedicado a levar a melhor música às melhores salas e aos públicos mais exigentes, serão por isso mesmo ocasiões muito especiais: a 4 de Novembro subirá ao palco do Coliseu do Porto, no dia seguinte, a 5 de Novembro, será a vez do Grande Auditório do CCB em Lisboa a aplaudir e a 7 de Novembro Mayra Andrade irá apresentar-se no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

Na bagagem, Mayra trará um concerto singular para Portugal, até porque as saudades apertam-lhe a alma: tem circulado recentemente pelo mundo com uma agenda carregada que a levou dos Estados Unidos e Canadá até à Alemanha, Áustria, França, Suíça, Turquia e Polónia. No ano passado viajou pelo Japão e Coreia, para dar apenas alguns exemplos mais exóticos, mas regressar a Portugal significa regressar a um país que bem conhece e que bem a conhece a ela. E daí o carácter particular destas apresentações. Ao Misty Fest trará por isso mesmo um alinhamento diferente, com passagem pelo seu trabalho mais recente, Lovely Difficult, pois claro, mas também por material bem conhecido retirado de álbuns anteriores, incluindo os primeiros Navega e Storia, Storia, de onde saíram alguns dos seus maiores êxitos que a afirmaram no plano internacional e a confirmaram no nosso país como uma das mais amadas vozes de Cabo Verde. Impossível perder.

domingo, 26 de julho de 2015

2ª edição do Reverence Festival Valada inicia-se a 27 de Agosto

De 27 a 29 de agosto realiza-se a 2ª edição do Reverence Festival Valada no Cartaxo.

O Reverence Festival Valada distingue-se pelo seu ecletismo e diversidade de géneros representantes da atual cultura musical - do heavy psych ao space rock, passando pelo rock psicadélico, heavy metal, stoner e shoegaze.
De 27 a 29 de Agosto, mais de 50 bandas vão passar por Valada no Cartaxo. No entanto, mais que um festival de música, o Reverence Festival Valada pretende ser uma experiência única em comunhão com a região que o acolhe.

A aldeia de Valada é o cenário perfeito para os 3 palcos - Rio, Praia e Reverence, com uma oferta eclética e alargada, perfeitamente integrados no fantástico ambiente natural à beira Tejo. Os horários e alinhamentos de cada palco estão agora disponíveis para que todos os festivaleiros possam viver esta experiência da melhor forma - informação completa disponível abaixo. À programação musical, junta-se uma programação cultural mais alargada que inclui artes plásticas, artes performativas e uma mostra de cinema temática.

Durante o festival, o público tem também acesso a outros momentos de lazer proporcionados por parceiros locais como atividades aquáticas, passeios pelo rio em barcos típicos e a possibilidade de provar a melhor gastronomia local.

Em 2015, o Reverence Festival Valada inicia uma nova fase. Depois da primeira edição em 2014, o "Festival da Música Psicadélica", como é conhecido pelos habitantes de Valada, assume ainda mais responsabilidades na promoção da música e cultura alternativas.
Valada começa a transformar-se na nova capital da cultura alternativa e o Reverence é o festival que a dará a conhecer ao país e ao mundo.

Dia 27


  • Palco Rio (Em parceria com Lisbon Psych Fest)
    • Luna Marada - 17:00
    • Beautify Junkyards - 17:40
    • Galgo - 18:50
    • Chicos de Nazca - 20:00
    • Purple Heart Parade - 21:10
    • The Vickers - 22:20
    • Keep the Razors Sharp - 23:40
    • Jeff The Brotherhood - 01:00

Dia 28

  • Palco Rio
    • Brahma Loka - 14:00
    • The Dead Mantra - 15:10
    • Yawning Man - 16:20
    • The Warlocks - 18:00
    • Electric Eye - 02:00
    • Saturnia - 03:20
    • Sunrise Jam - 05:00
  • Palco Praia
    • Bom Marido - 14:30
    • Fuzz - 15:40
    • Novella - 16:50
    • Grave Pleasures - 18:00
    • Cheatahs - 19:10
    • Black Rainbows - 20:20
    • Dewolf - 21:30
    • Ufomammut - 22:40
    • Stoned Jesus - 23:50
    • Ancient River - 01:00
    • Blown Out - 02:10
    • Los Waves - 03:20
    • The Blue Drones - 04:30
  • Palco Reverence
    • Process of Gulit - 19:00
    • Bizarra Locomotiva - 20:10
    • Alcest - 21:30
    • Jon Spencer Blues Explosion - 23:00
    • Sleep - 00:30

Dia 29

  • Palco Rio
    • Jennifer - 14:00
    • The Alterred Hours - 15:10
    • Spectres - 16:30
    • Electric moon - 17:50
    • Magic Castles - 02:00
    • Dead Ghosts - 03:20
    • Sunrise Jam - 04:40
  • Palco Praia
    • Celica XX - 14:30
    • Jaguwar - 15:40
    • Fast Eddie Nelson - 16:50
    • Miranda Lee Richards - 18:00
    • Calibro 35 - 19:10
    • The Act-Ups - 20:20
    • One Unique Signal - 21:30
    • Echo Lake - 22:40
    • The Jackshits - 23:50
    • Samsara Blues Experiment - 01:00
    • Lamina - 02:30
    • Ghost Hunt - 03:40
    • Acid Acid - 04:50
  • Palco Reverence
    • 1000 Russos - 19:00
    • Joel Gion & Guests - 20:30
    • Sean Riley & the Slowriders - 22:00
    • Amon Duul lI - 23:30
    • The Horrors - 01:00


Bilhetes:

  • Passe 3 Dias: 65€ de 1 de Julho a 26 de Agosto

  • 70€ de 27 a 29 de Agosto
  • Bilhetes diários: (sexta ou sábado): 40€ de 1 de Julho a 26 de Agosto
  • 45€ de 27 a 29 de Agosto
  • Bilhetes Quinta-Feira: 10€ de 13 de Fevereiro a 26 de Agosto
  • 15€ a 27 de Agosto


Clica aqui e assista ao vídeo promocional do evento no Youtube

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Música: morreu cantor sertanejo Cristiano Araújo

O Brasil e a música sertaneja em particular acordaram em choque nesta manhã de 24 de Junho. A Globo era o primeiro órgão de comunicação social a confirmar a todo o país: morria Cristiano Araújo.
O cantor de música sertaneja, natural de Goiás, morreu na manhã desta quarta-feira no quilómetro 614 da br153, em Morrinhos, no estado de Goiás.
Vinha de um concerto em Itumbiara, quando a sua viatura, um Range Rover, se despistou acabando por capotar. Do acidente resultaram duas vítimas mortais; o cantor, de 29 anos, e a sua namorada, Alana Moraes, de 19. Havia outros 2 ocupantes na viatura, que tiveram apenas ferimentos lijeiros. O atendimento, segundo as fontes no local com as quais a Antena Web manteve contato, confirmam que o atendimento foi pronto... mas as tentativas de reanimação não fizeram efeito. O cantor sofreu num curto espaço de tempo, 3 paragens cardíacas... a terceira, fatal.
Cristiano Araújo foi autor de alguns sucessos da música sertaneja, em particular Bara Bere, popularizado também em Portugal com regravações dos nossos artistas. Deixou 2 filhos pequenos. O velório será ainda hoje.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Música: Diogo Piçarra // Espelho em concertos

Fonte: Radar dos Sons


Pouco mais de um mês após a edição do disco ESPELHO, os concertos de estreia de Diogo Piçarra, no Armazém F em Lisboa e no Hard Club no Porto, ambos com lotação esgotada, revelaram o que já todos suspeitávamos : O Diogo Piçarra não é apenas o vencedor da 1ª edição dos Ídolos, o compositor e letrista de sucessos no canal youtube, nem simplesmente o intérprete de “Tu e Eu”. Diogo Piçarra tem um talento singular e uma perceção arrebatadora de espetáculo. O palco é a sua “casa” de sempre e um espaço onde todos se sentem em “casa”.
O público rendeu-se ao espetáculo, entoando as melodias e as letras do reportório de Diogo Piçarra; os 12 temas que integram o álbum e ainda algumas versões, como o medley que interpreta sozinho com a loopstation, aludindo a canções de Clã, Ornatos Violeta e Carlão ou ainda a versão tão sua de “Se eu fosse um dia o teu olhar” de Pedro Abrunhosa.
Diogo Piçarra na voz, guitarra, piano e loopstation; Francisco Aragão nas guitarras e teclados; Filipe Cabeçadas na bateria e Miguel Santos no baixo vão estar em digressão com ESPELHO. O próximo concerto é já no próximo dia 16 de Maio, em Faro, na Semana Académica do Algarve.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Música: Virgem Suta vão lançar novo disco

Fonte: Radar dos Sons

"Do Alentejo, de Beja, para Portugal e para o Mundo, chegam-nos notícias dos Virgem Suta; criadores de receitas originais de raiz tradicional e tempero apurado, os cozinhados dos Sutas revestem-se de sonoridades familiares e enredos, que, por linhas tortas, retratam de forma peculiar a portugalidade, não passando despercebidos aos ouvintes – lembremo-nos de “Linhas Cruzadas”, “Tomo Conta Desta Tua Casa”, “Dança de Balcão”, “Vovó Joaquina” ou “Maria Alice”.
2015 é ano de lançamento do novo disco da banda, portanto, preparem-se corpos e mentes, porque os Sutas prometem agitação. Em palco, já se sabe, não é de estranhar o rol de instrumentos utilizados para fazer a festa - tachos, panelas e até mesmo um penico – tudo serve para proporcionar o melhor espetáculo à “moldura humana” que os acolhe sempre bem. Os momentos com o público são especiais e o palco é o melhor relvado que podiam ter dado ao duo alentejano.
Se isto fosse futebol, os jogos seriam ora em casa, ora fora. Como falamos de rock, de fairplay e de uma outra arbitragem, estamos convictos que os jogos vão ser maioritariamente fora e por muitas casas do nosso país. Relvados, pelados, primeira, segunda ou terceira divisões, que importa, se o importante é ir a jogo?

Toca a fazer o calendário, que o campeonato vai começar… brevemente será dado o pontapé de saída, com a estreia de um novo single"

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Música: Estão de regresso os “Concertos nos Bairros” com o maestro António Victorino D’Almeida de Maio a Setembro em Lisboa

Fonte: Sons em Trânsito

"Campolide, Ajuda/Alcântara, Olivais e Santa Clara

De Maio a Setembro 2015 em Lisboa

Depois do sucesso e da forte adesão do público aos concertos do ano passado, estão de volta em 2015 os “Concertos nos Bairros” pela mão do maestro António Victorino D´Almeida.
Este é um projecto da Câmara Municipal de Lisboa que procura levar um tipo de música mais erudita a outros públicos e fora dos espaços centrais da cidade através do maestro e seus convidados.
Os primeiros concertos deste ano decorrerão a 15 e 16 de Maio em Campolide com a “PEQUENA HISTÓRIA DA CANÇÃO FRANCESA”. A 20 Junho vão até à Ajuda/Alcântara, a 10 de Julho aos Olivais e a 26 de Setembro a Santa Clara.
Todos os concertos têm entrada livre.

" Campolide: 15 e 16 de Maio | 21h30. Auditório da Junta de Freguesia de Campolide
Pequena História da Canção Francesa.
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Nádia Sousa (voz)

Ajuda/Alcântara: 20 Junho | 21h30, Academia de Santo Amaro
Rumos Ensemble
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Anne Victorino d’Almeida (violino), Luís Gomes (clarinete), João Vasco (piano).

OLIVAIS: 10 de Julho | 21h30, Auditório da SFUCO
Luiz Avellar & SFUCO Olivais
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Luiz Avellar (piano), Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense

Santa Clara: 26 de Setembro | 21h30, Jardim Qta de Santa Clara
Maestro António Victorino D'Almeida e CONVIDADOS
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Alexandra Simpson (piano), Elizabeth Davis (percussão), Carmen Cardeal (harpa