Fonte: Cendrev
Cendrev realiza mais uma deslocação a Espanha com o espectáculo Onde é que eu já vi isto, perguntou ele, de Rui Pina Coelho, para participar, no próximo domingo às 20:00 horas, na Mostra de Teatro Português em Sevilha, organizada pelo Teatro la Fundicion.
Esta deslocação do Cendrev a Espanha é mais um passo na concretização do Circuito Ibérico de Artes Cénicas criado com vista ao aprofundamento das relações e intercâmbio cultural entre os dois países. Este circuito integra estruturas de criação artística com responsabilidades também na gestão e programação de salas de espectáculo e prevê, para além da existência de uma rede de circulação de espectáculos, o aprofundamento das relações entre as várias companhias nomeadamente em áreas como a formação, as co-produções e a divulgação das dramaturgias contemporâneas dos dois países.
Integra o circuito o Centro Dramático de Évora – Cendrev, a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, o Teatro das Beiras da Covilhã, A Escola da Noite de Coimbra, o Teatro Regional da Serra do Montemuro, a Companhia de Teatro de Braga, o Teatro Guirigai de Los Santos de Maimona (Badajoz), La Fundicion de Sevilha e La Nave del Duende de Cáceres.
Onde é que eu já vi isto, perguntou ele é um texto sobre o trabalho e sobre a opressão que o capital exerce sobre os indivíduos. É um texto sobre arte, sobre marxismo e sobre resistência cívica. Mas é, sobretudo, uma homenagem ao Cendrev e aos heróis da história do teatro. Um espectáculo que conta com a participação dos actores José Russo, Ana Meira e Rui Nuno, cenografia e figurinos de Rita Abreu e iluminação de Pedro Bilou.
Esta deslocação do Cendrev a Sevilha conta com o apoio da EUROAAA-Alentejo/Algarve/Andaluzia, CCDR Alentejo, POCTEP, INALENTEJO, QREN-Quadro de Referência Estratégico Nacional e FEDER.
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sábado, 11 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Música: Estão de regresso os “Concertos nos Bairros” com o maestro António Victorino D’Almeida de Maio a Setembro em Lisboa
Fonte: Sons em Trânsito
"Campolide, Ajuda/Alcântara, Olivais e Santa Clara
De Maio a Setembro 2015 em Lisboa
Depois do sucesso e da forte adesão do público aos concertos do ano passado, estão de volta em 2015 os “Concertos nos Bairros” pela mão do maestro António Victorino D´Almeida.
Este é um projecto da Câmara Municipal de Lisboa que procura levar um tipo de música mais erudita a outros públicos e fora dos espaços centrais da cidade através do maestro e seus convidados.
Os primeiros concertos deste ano decorrerão a 15 e 16 de Maio em Campolide com a “PEQUENA HISTÓRIA DA CANÇÃO FRANCESA”. A 20 Junho vão até à Ajuda/Alcântara, a 10 de Julho aos Olivais e a 26 de Setembro a Santa Clara.
Todos os concertos têm entrada livre.
" Campolide: 15 e 16 de Maio | 21h30. Auditório da Junta de Freguesia de Campolide
Pequena História da Canção Francesa.
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Nádia Sousa (voz)
Ajuda/Alcântara: 20 Junho | 21h30, Academia de Santo Amaro
Rumos Ensemble
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Anne Victorino d’Almeida (violino), Luís Gomes (clarinete), João Vasco (piano).
OLIVAIS: 10 de Julho | 21h30, Auditório da SFUCO
Luiz Avellar & SFUCO Olivais
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Luiz Avellar (piano), Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense
Santa Clara: 26 de Setembro | 21h30, Jardim Qta de Santa Clara
Maestro António Victorino D'Almeida e CONVIDADOS
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Alexandra Simpson (piano), Elizabeth Davis (percussão), Carmen Cardeal (harpa
"Campolide, Ajuda/Alcântara, Olivais e Santa Clara
De Maio a Setembro 2015 em Lisboa
Depois do sucesso e da forte adesão do público aos concertos do ano passado, estão de volta em 2015 os “Concertos nos Bairros” pela mão do maestro António Victorino D´Almeida.
Este é um projecto da Câmara Municipal de Lisboa que procura levar um tipo de música mais erudita a outros públicos e fora dos espaços centrais da cidade através do maestro e seus convidados.
Os primeiros concertos deste ano decorrerão a 15 e 16 de Maio em Campolide com a “PEQUENA HISTÓRIA DA CANÇÃO FRANCESA”. A 20 Junho vão até à Ajuda/Alcântara, a 10 de Julho aos Olivais e a 26 de Setembro a Santa Clara.
Todos os concertos têm entrada livre.
" Campolide: 15 e 16 de Maio | 21h30. Auditório da Junta de Freguesia de Campolide
Pequena História da Canção Francesa.
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Nádia Sousa (voz)
Ajuda/Alcântara: 20 Junho | 21h30, Academia de Santo Amaro
Rumos Ensemble
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Anne Victorino d’Almeida (violino), Luís Gomes (clarinete), João Vasco (piano).
OLIVAIS: 10 de Julho | 21h30, Auditório da SFUCO
Luiz Avellar & SFUCO Olivais
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Luiz Avellar (piano), Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense
Santa Clara: 26 de Setembro | 21h30, Jardim Qta de Santa Clara
Maestro António Victorino D'Almeida e CONVIDADOS
Maestro António Victorino D'Almeida (piano), Alexandra Simpson (piano), Elizabeth Davis (percussão), Carmen Cardeal (harpa
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Cinema: sal, terra e choque
Notícia por Nuno Miguel
A produção é franco-brasileira mas a realidade é internacional.
O filme em causa tem por título ‘O Sal da Terra’. Em formato documentário, resume a vida do fotógrafo Sebastião Salgado, sobretudo os seus últimos 40 anos, durante os quais esteve literalmente em todos os continentes do nosso planeta. Um resumo, por vezes, chocante. Mas real.
As fotografias, logicamente, comandam esta longa-metragem. São cerca de 100 minutos durante os quais o brasileiro Salgado – não há relação com o Ricardo, que se saiba – recorda os seus maiores projetos no mundo da fotografia. Ele que se formou em economia e que chegou a trabalhar para o Banco Mundial. O passatempo passou a muito mais do que isso e, com a companhia da esposa Lélia, mostrou-nos o mundo nas últimas quatro décadas. Com dedicação e coragem.
A Antena Web esteve presente na antestreia, na noite desta quarta-feira (8 de abril), e pode avisar: há imagens que chocam.
São fotografias que, no mínimo, não costumam estar no horizonte dos ocidentais. A fome na Nigéria, o genocídio no Ruanda e a guerra na Jugoslávia são provavelmente os capítulos que levarão alguns espetadores mais sensíveis a ponderar: “Vou conseguir continuar a ver isto?” – duas pessoas saíram mesmo durante a exibição do filme, na antestreia. Muita gente não está habituada a imagens tão explícitas, e tão próximas, de miséria e de sofrimento. São verdadeiras. As imagens e a miséria.
Suavizando estes cenários, e em contraste quase total, são exibidos também momentos bonitos e incríveis, que envolvem tribos que parecem do primeiro milénio, um urso polar em movimento, ou sobretudo aquilo que nos fascinou mais – a recuperação de nascentes e de milhares de hectares de mata atlântica (são dois milhões de árvores), que se transformaria num projeto do conhecido Instituto Terra.
Sebastião Salgado, hoje com 71 anos, já passou por muito calor, por locais perigosos, viu tiros serem atirados na sua direção, viveu num ambiente de 30 graus negativos, cruzou-se com centenas ou milhares de cadáveres... mas está vivo. E ainda está aí “para as curvas”.
Agora vê o seu percurso retratado num filme dirigido pelo seu filho Juliano Salgado, que trabalhou sob o comando do alemão Wim Wenders, por cá conhecido pelos filmes «O estado das coisas» e «Lisbon story». Ambos acompanharam Sebastião em algumas viagens, nos últimos anos.
Este filme, que foi referenciado na cerimónia dos Óscares, onde foi um dos nomeados para Melhor Documentário, estreou-se em França já há quase um ano. Chega a Portugal nestes primeiros dias de abril.
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